Tenho percebido minha filha diferente nesta semana,ela que sempre foi de se distrair fácil com brinquedos ou correndo pelo quintal, agora não me deixa parar pra lavar uma louça que já vem pedindo colo, esta super manhosa, chorosa, querer dormir o tempo todo e quando dorme só fica na cama 10 minutinhos. Quando ela era RN eu pesquisei bastante sobre os picos de crescimento e saltos de desenvolvimento que ocorrem com os bebês, só que eu não sabia que costumava acontecer com bebêzões ( 1 ano e 7 meses) como no caso da Isabel.
Os picos de crescimento podem acontecer por volta dos:
7 a 10 dias
2 a 3 semanas
4 a 6 semanas
3 meses
4 meses e
9 meses
Eles podem durar poucos dias ou algumas semanas, é um momento que o bebê tem necessidade de mamar mais para suprir suas necessidades de crescimento.
Os bebês que passam pelo pico de crescimento pode passar horas mamando ( de verdade!), quando isto acontece algumas mães começam a questionar se o leite esta sendo suficiente, se não está fraco ou se o bebê é muito faminto.
Seja persistente! De todo o peito que seu filho precisar e evite ao máximo as fórmulas e os engrossantes. Essa fase passa rápido e ele logo voltará a mamar como antes.
Os saltos de desenvolvimentos podem acontecer por volta dos:
5 semanas a 1 mês
8 semanas a quase 2 meses
12 semanas a quase 3 meses
19 semanas a 4 meses e meio
26 semanas a 6 meses
30 semanas a 7 meses
37 semanas a 8 meses e meio
46 semanas a quase 11 meses
55 semanas a quase 13 meses
64 semanas a quase 15 meses
75 semanas a 17 meses
No salto de desenvolvimento o bebê se sente perdido por estar adquirindo novas habilidades tão rapidamente, tende retroceder à sua base, ou seja, à mãe.
Nessas fases os bebês demandam muita atenção e colo então é importante
proporcionar isso à eles, não fique com medo de "mal acostumar"o bebê,
seu filho se tornará mais confiante se você suprir essas necessidades afetivas. Para fazer outras coisas como cozinhar, ficar no computador, varrer a casa invista nos slings. Foi muito útil pra mim! Ele permite que você fique com o bebê coladinho e deixa suas mãos livres para outras coisas.
Ele pode começar a comer mal ou não comer nada. Se já come papinha ou comida volta a mamar mais mamadeira ou peito. Por aqui esta fase aconteceu por volta dos 10 meses, ela só queria saber de mamadeira e minhas papinhas deliciosas (cof!cof!) eram deixadas de lado, como eu não sabia o que estava acontecendo ficava bem frustrada.
Também é comum que o sono do bebe se modifique, passe a acordar mais
vezes e dormir pouquinho à noite e nas sonecas. Mais uma
vez...paciência! Esta fase passa rápido!
Após estas crises é comum observar habilidades novas nos bebês como sorrir, rolar, engatinhar, andar.
Tirei essa foto quando ela tinha uns 10 meses. Eu mesma tirei tá gente! hahaha pra ninguém pensar que alguém estava me trolando tirando foto invés de lavar louça no meu lugar! kkkk
Bom, está foto ilustra um dos saltos de desenvolvimento pelo qual passamos, neste dia ela não queria ficar no chão brincando de jeito nenhum, eu estava com a casa revirada e as visitas perto de chegar, tive que recorrer ao meu, na época aposentado, sling. Depois desta fase ela aprendeu à andar, tinha 11 meses, é impressionante como depois dos saltos é possível observar eles aprendendo a fazer coisas que antes não faziam.
Agora me resta aguardar esse novo salto passar dando muito amor, carinho, atenção! Quem sabe daqui uns dias sua nova habilidade adquirida seja a tagarelice?! Não vejo a hora! rs
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Hortas e crianças
Eu sempre planejei plantar temperos na minha casa, mas faltava coragem e iniciativa, eu achava que faltava espaço também, mas hoje eu sei que qualquer lugarzinho que bate bastante sol pode ter um pouquinho de verde.
Conforme a Isabel foi crescendo esse projeto renasceu em mim e em agosto eu resolvi dar o pontapé inicial: delimitei um espaço no meu quintal com blocos, tirei o entulho e pedras que haviam no local, comprei terra adubada orgânica e joguei sementes de couve e tomate-cereja lá. Depois li na embalagem que essas sementes tinham que ser plantadas antes na sementeira pra depois ir pro solo, só que, por incrível que pareça, elas estão crescendo e bem bonitinhas por sinal! Eu que não sabia direito como funcionava o negocio estou com 2 meses de plantio e ainda montando a minha composteira, YES, WE CAN!
A Isabel está crescendo, logo logo completa 2 aninhos, com certeza vai ser legal que ela tenha esse contato próximo com as plantas já na infância, afinal que criança não se encanta ao ver o grãozinho de feijão brotando em cima do algodão molhado? Imagine então ter uma horta inteira pra explorar!!!
Observar a natureza traz um aprendizado e experiência incrível para as crianças. Elas podem aprender sobre o ciclo da vida das plantas, aprendem que para as plantinhas crescerem fortes e bonitas elas precisam de cuidado, criam noção de responsabilidade e respeito à natureza, plantando elas são estimuladas à alimentação saudável e à conhecer novos sabores.
Ter uma horta em casa, mesmo que pequena, pode proporcionar todos esses benefícios para as suas crianças e para toda a sua família!
Me despeço com uma foto da nossa couve e o tomate-cereja bebezinhos, espero voltar logo com novidades sobre a horta!
Conforme a Isabel foi crescendo esse projeto renasceu em mim e em agosto eu resolvi dar o pontapé inicial: delimitei um espaço no meu quintal com blocos, tirei o entulho e pedras que haviam no local, comprei terra adubada orgânica e joguei sementes de couve e tomate-cereja lá. Depois li na embalagem que essas sementes tinham que ser plantadas antes na sementeira pra depois ir pro solo, só que, por incrível que pareça, elas estão crescendo e bem bonitinhas por sinal! Eu que não sabia direito como funcionava o negocio estou com 2 meses de plantio e ainda montando a minha composteira, YES, WE CAN!
A Isabel está crescendo, logo logo completa 2 aninhos, com certeza vai ser legal que ela tenha esse contato próximo com as plantas já na infância, afinal que criança não se encanta ao ver o grãozinho de feijão brotando em cima do algodão molhado? Imagine então ter uma horta inteira pra explorar!!!
Observar a natureza traz um aprendizado e experiência incrível para as crianças. Elas podem aprender sobre o ciclo da vida das plantas, aprendem que para as plantinhas crescerem fortes e bonitas elas precisam de cuidado, criam noção de responsabilidade e respeito à natureza, plantando elas são estimuladas à alimentação saudável e à conhecer novos sabores.
Ter uma horta em casa, mesmo que pequena, pode proporcionar todos esses benefícios para as suas crianças e para toda a sua família!
Me despeço com uma foto da nossa couve e o tomate-cereja bebezinhos, espero voltar logo com novidades sobre a horta!
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Alternativa para o dia das crianças
Você já parou pra pensar na quantidade de brinquedos que o seu filho tem? Já analisou se ele brinca com tudo isso? Ou só brinca de vez em quando? Ou já enjoou da maioria? Será que vale mesmo a pena você despencar da sua casa pra lojas de brinquedos lotadas, a fim de comprar o brinquedo que seu filho viu na TV e te pede insistentemente (brinquedo esse que, muito provavelmente, ficará esquecido em um canto da casa em menos de uma semana)? Eu acho que não!
Pensando nisso e na luta pelo consumismo infantil desenfreado o instituto Alana mobiliza e ajuda as pessoas a se organizarem pra fazer uma Feira de Trocas de Brinquedos em sua comunidade.
A proposta é que as próprias crianças socializem entre si para realizar a troca, com isso elas vão aprendendo a desapegar e ceder seus brinquedos antigos, aprendem a negociar com o colega, valorizar a brincadeira e não o dinheiro. Com certeza as crianças saíram da feira felizes pois importante para eles não é a compra e sim a novidade, a brincadeira, a experiência proporcionada com o passeio.
No site da Feira de troca de brinquedos você irá encontrar um link que informa como você pode organizar a sua própria feira no seu bairro, escola, trabalho, etc. Acesse aqui!
E em outro link você encontra a lista com todas as feiras espalhadas pelo Brasil. A maioria acontecerá dia 12 de outubro, mas também tem feira amanhã e muitas outras estão sendo organizadas até o final do ano. Encontre uma perto de você aqui!
Pensando nisso e na luta pelo consumismo infantil desenfreado o instituto Alana mobiliza e ajuda as pessoas a se organizarem pra fazer uma Feira de Trocas de Brinquedos em sua comunidade.
A proposta é que as próprias crianças socializem entre si para realizar a troca, com isso elas vão aprendendo a desapegar e ceder seus brinquedos antigos, aprendem a negociar com o colega, valorizar a brincadeira e não o dinheiro. Com certeza as crianças saíram da feira felizes pois importante para eles não é a compra e sim a novidade, a brincadeira, a experiência proporcionada com o passeio.
No site da Feira de troca de brinquedos você irá encontrar um link que informa como você pode organizar a sua própria feira no seu bairro, escola, trabalho, etc. Acesse aqui!
E em outro link você encontra a lista com todas as feiras espalhadas pelo Brasil. A maioria acontecerá dia 12 de outubro, mas também tem feira amanhã e muitas outras estão sendo organizadas até o final do ano. Encontre uma perto de você aqui!
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Consumismo no dia das crianças
Semana do dia das crianças e vejo uma enxurrada de comerciais apelando pela atenção dos nossos filhos, pais desesperados pra comprar o presente da moda, crianças gritando em coro "Quero! Quero! Quero!".
A verdade é que a criança geralmente não sabe o que quer quando se trata de brinquedos pois ela é facilmente influenciada pelos comerciais, pelos coleguinhas, por isso é tão comum ver os pais reclamando que o filho pediu tanto, ganhou e deixou jogado 2 dias depois. Então devemos pensar melhor quais valores estamos passando para nossas crianças quando damos tudo que ela pede, quando a enchemos de presentes que elas não necessitam ou que elas já tem igual, quando mostramos que você só é legal quando tem o celular do mês.
Diante disso, tenho me questionado qual será o meu posicionamento quando chegar o dia que a Isabel se juntará ao coro, ela ainda não pede presentes pois só tem 1 ano e 7 meses, eu só lhe dou o necessário (ok sou meio compulsiva por livro infantis, mas acho que isso não conta né?!)e confesso que sou muito consciente quando se trata de gastar, mas o momento que ela começar a pedir será um desafio como é para todas as famílias.
Ao mesmo tempo que tenho boas lembranças de esperar pelo meu presente de dia das crianças e querer proporcionar isso pra minha filha, também tenho receio de incentivar a supervalorização do objeto, do "gastar dinheiro pra ser feliz".
Pretendo agir desta maneira: deixar que ela escolha um brinquedo (desde que esteja dentro do nosso orçamento) no dia do seu aniversário, nas outras datas comemorativas darei uma lembrança atrelada a um livro. A lembrança deve ser carinhosamente pensada, um brinquedo durável, que auxilie na inteligência, na criatividade, que esteja de acordo com sua idade e não uma bugiganga barulhenta, eletrônica e piscante de plástico. Mas também não precisa ser um brinquedo, pode ser um passeio, quero que ela veja esses momentos como dignos de comemoração,um momento em família como um grande presente. E pode ser uma lembrança feita por mim e pela família dela, dou valor nesse tipo de presente e quero que ela perceba o carinho que uma pessoa empregou quando fez algo só pra presenteá-la.
Eu sei que não é fácil dizer não aos nossos filhos, muitas vezes exageramos nos agrados materiais pois não tivemos oportunidade de usufruir disso quando éramos criança ou para conseguir substituir a nossa falta de presença. Este é um ótimo momento de rever esses valores busque uma maneira menos consumista de comemorar o dia das crianças, ainda dá tempo!
A verdade é que a criança geralmente não sabe o que quer quando se trata de brinquedos pois ela é facilmente influenciada pelos comerciais, pelos coleguinhas, por isso é tão comum ver os pais reclamando que o filho pediu tanto, ganhou e deixou jogado 2 dias depois. Então devemos pensar melhor quais valores estamos passando para nossas crianças quando damos tudo que ela pede, quando a enchemos de presentes que elas não necessitam ou que elas já tem igual, quando mostramos que você só é legal quando tem o celular do mês.
Diante disso, tenho me questionado qual será o meu posicionamento quando chegar o dia que a Isabel se juntará ao coro, ela ainda não pede presentes pois só tem 1 ano e 7 meses, eu só lhe dou o necessário (ok sou meio compulsiva por livro infantis, mas acho que isso não conta né?!)e confesso que sou muito consciente quando se trata de gastar, mas o momento que ela começar a pedir será um desafio como é para todas as famílias.
Ao mesmo tempo que tenho boas lembranças de esperar pelo meu presente de dia das crianças e querer proporcionar isso pra minha filha, também tenho receio de incentivar a supervalorização do objeto, do "gastar dinheiro pra ser feliz".
Pretendo agir desta maneira: deixar que ela escolha um brinquedo (desde que esteja dentro do nosso orçamento) no dia do seu aniversário, nas outras datas comemorativas darei uma lembrança atrelada a um livro. A lembrança deve ser carinhosamente pensada, um brinquedo durável, que auxilie na inteligência, na criatividade, que esteja de acordo com sua idade e não uma bugiganga barulhenta, eletrônica e piscante de plástico. Mas também não precisa ser um brinquedo, pode ser um passeio, quero que ela veja esses momentos como dignos de comemoração,um momento em família como um grande presente. E pode ser uma lembrança feita por mim e pela família dela, dou valor nesse tipo de presente e quero que ela perceba o carinho que uma pessoa empregou quando fez algo só pra presenteá-la.
Eu sei que não é fácil dizer não aos nossos filhos, muitas vezes exageramos nos agrados materiais pois não tivemos oportunidade de usufruir disso quando éramos criança ou para conseguir substituir a nossa falta de presença. Este é um ótimo momento de rever esses valores busque uma maneira menos consumista de comemorar o dia das crianças, ainda dá tempo!
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| Isabel com seus brinquedos favoritos aos 9 meses |
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Coleção Itaú de Livros Infantis
Todos nós sabemos o quanto a leitura é importante para o desenvolvimento de uma criança, mais importante ainda é que um adulto leia pra a criança desde cedo. Esse incentivo precoce incentiva o habito para a vida toda, treina o olhar e traz familiaridade com as letras e páginas, aumenta o vocabulário, melhora o vínculo entre quem lê e quem ouve, estimula a criatividade com as histórias, traz conhecimento sobre o mundo ao seu redor...são inúmeros benefícios!
Todo ano a fundação Itaú Social envia livros com excelentes títulos gratuitamente para incentivar a leitura. Pedi a minha em 2011 e 2012 e me surpreendi com a qualidade dos livros que eles escolheram, vejam só:
Esse ano entrou o livro "O mundo inteiro" de Liz Garton Scalon e Marla Frazee e o livro "E o dente ainda doía" de Ana Terra. Já estou doida pra que chegam logo!!!
Não perca tempo! Clique no link, conheça o projeto e peça já a sua coleção!
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
"Amalthée" por Georges Pacheco
Hoje me deparei com esse ensaio fotográfico incrível feito por Georges Pacheco, vejam só:
O artista retratou essas mulheres como verdadeiras Deusas nesse momento de conexão com seus filhos que acontece através da amamentação. Gosto dessas iniciativas que aumentam a autoestima das mulheres que estão amamentando. Muita gente acha feio, repreende a mãe e alimenta seu filho em público, que amamenta por muito tempo, acho isso um absurdo e já está mais que na hora das pessoas aprenderem que dar de mamar faz bem e a hora de parar só diz respeito a mãe e ao bebê.
No página que vi sobre esse ensaio ( Hypeness) li alguns comentários que falavam sobre como as mulheres pareciam infelizes, frias e nem olhavam para as crianças, mas devemos levar em conta que as fotos fazem referência às pinturas renascentistas italianas e holandesas, e ainda, à pinturas da idade média onde as pessoas eram retratadas assim mesmo: com um olhar vago, muitas vezes com expressão triste, pensativa ou sofrida. Vejam como é semelhante:
Veja todas as fotos do ensaio "Amalthée"no site do fotógrafo Georges Pacheco: http://www.georges-pacheco.com/index.php?/portfolio/amalthee/
O artista retratou essas mulheres como verdadeiras Deusas nesse momento de conexão com seus filhos que acontece através da amamentação. Gosto dessas iniciativas que aumentam a autoestima das mulheres que estão amamentando. Muita gente acha feio, repreende a mãe e alimenta seu filho em público, que amamenta por muito tempo, acho isso um absurdo e já está mais que na hora das pessoas aprenderem que dar de mamar faz bem e a hora de parar só diz respeito a mãe e ao bebê.
No página que vi sobre esse ensaio ( Hypeness) li alguns comentários que falavam sobre como as mulheres pareciam infelizes, frias e nem olhavam para as crianças, mas devemos levar em conta que as fotos fazem referência às pinturas renascentistas italianas e holandesas, e ainda, à pinturas da idade média onde as pessoas eram retratadas assim mesmo: com um olhar vago, muitas vezes com expressão triste, pensativa ou sofrida. Vejam como é semelhante:
Veja todas as fotos do ensaio "Amalthée"no site do fotógrafo Georges Pacheco: http://www.georges-pacheco.com/index.php?/portfolio/amalthee/
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Sobre os relatos de parto
Quando estava grávida eu lia muitos relatos de parto, muitos mesmo!!! Eu fiquei praticamente obcecada!
A maioria me emocionava bastante, alguns me assustavam com a brutalidade, ignorância e desrespeito que a mulher foi tratada, mas, a grande maioria, me ensinaram sobre como os trabalhos de parto costumam acontecer (apesar de eu saber que essas coisas não seguem um padrão pré-determinado).
Acho importante lê-los para, primeiramente, se preparar. Saber como acontece uma cesariana ( se está for sua opção), como os hospitais públicos e particulares recebem as mães, como o hospital que você escolheu trabalha, quais intervenções ocorrem em cada ambiente, como funciona um parto domiciliar, como é uma casa de parto... enfim, são muitos os questionamentos e dúvidas que uma mãe tem, principalmente se for de primeira viagem, e ler um relato pode sanar essas dúvidas e tranquilizar (ou apavorar hehehe) essa mulher que está com um milhão de coisas na cabeça.
Então, na minha gravidez eu jurei que escreveria um relato bem lindo que me fizesse relembrar os momentos do meu trabalho de parto e parto, pra que a Isabel leia e saiba como foi que ela veio o mundo e , se eu tivesse oportunidade de compartilhar meu relato, compartilharia. Mas quem disse?! Já se passaram 1 ano e 6 meses e nada, perdi as coisas que eu havia anotado sobre as contrações, data que o tampão saiu, horário que as contrações começaram... enfim, TUDO!
Mas agora não adianta chora pelo leite derramado, estou tentando resgatar todos os detalhes daqueles dias maravilhosos ( 9 e 10 de março de 2012) e preparar um relato bem bacana pra compartilhar por aqui.
Por enquanto deixo aqui a primeira foto do primeiro dia da Isabel nesse mundão de meu Deus...
Se você têm um relato bem bacana coloque o link nos comentários que eu terei o maior prazer em visitar e lê-lo!
A maioria me emocionava bastante, alguns me assustavam com a brutalidade, ignorância e desrespeito que a mulher foi tratada, mas, a grande maioria, me ensinaram sobre como os trabalhos de parto costumam acontecer (apesar de eu saber que essas coisas não seguem um padrão pré-determinado).
Acho importante lê-los para, primeiramente, se preparar. Saber como acontece uma cesariana ( se está for sua opção), como os hospitais públicos e particulares recebem as mães, como o hospital que você escolheu trabalha, quais intervenções ocorrem em cada ambiente, como funciona um parto domiciliar, como é uma casa de parto... enfim, são muitos os questionamentos e dúvidas que uma mãe tem, principalmente se for de primeira viagem, e ler um relato pode sanar essas dúvidas e tranquilizar (
Então, na minha gravidez eu jurei que escreveria um relato bem lindo que me fizesse relembrar os momentos do meu trabalho de parto e parto, pra que a Isabel leia e saiba como foi que ela veio o mundo e , se eu tivesse oportunidade de compartilhar meu relato, compartilharia. Mas quem disse?! Já se passaram 1 ano e 6 meses e nada, perdi as coisas que eu havia anotado sobre as contrações, data que o tampão saiu, horário que as contrações começaram... enfim, TUDO!
Mas agora não adianta chora pelo leite derramado, estou tentando resgatar todos os detalhes daqueles dias maravilhosos ( 9 e 10 de março de 2012) e preparar um relato bem bacana pra compartilhar por aqui.
Por enquanto deixo aqui a primeira foto do primeiro dia da Isabel nesse mundão de meu Deus...
Se você têm um relato bem bacana coloque o link nos comentários que eu terei o maior prazer em visitar e lê-lo!
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Terceiro trimestre da gestação da Isabel
Ai ai... o que dizer do terceiro trimestre de gestação da Isabel?!! Foi, simplesmente, PUNK!
Fiquei com os pés muito inchados, trabalhava como promotora de vendas e era obrigada a ficar o dia inteiro em pé, isso agravava ainda mais esse problema, o inchaço também deixou meu rosto (principalmente nariz) de um jeito que eu não gosto de lembrar por isso não tenho muitas fotos do finalzão da gravidez.
Eu suava em bicas! E justo o terceiro trimestre coincidiu com o começo do ano que é de bastante calor aqui em São Paulo, lembro das pessoas sempre me perguntando se eu estava passando bem, se minha pressão tinha caído ou alguma coisa parecida rsrs hoje eu dou risada mas foi um período muito difícil pra mim, em que eu me senti muito mal e nestes meses eu pensava sim em não voltar a engravidar nunca mais, imagina que gente doida que tem 2, 5, 7 filhos!!! Mas calma... hoje eu já mudei de ideia e já estamos planejando o próximo pra daqui alguns anos!
Dormir era impossível. Sentia muita azia, era uma sensação de queimação que vinha do estômago até a garganta, tinha que ficar quase sentada na cama pra tentar driblar o desconforto. Ia ao banheiro direto, quando conseguia dormir alguns minutinhos a vontade vinha e lá ia eu fazer xixi de novo.
A ansiedade bateu forte! Parto, contrações, hospital, cirurgia ou parto normal, será que o bebê já virou, trocar fraldas, amamentar, dar banho, vacinas... o peso da responsabilidade veio à tona e vira e mexe eu ficava pensando nesses assuntos, que também me tiravam o sono. As pessoas me perguntavam muito a data do nascimento, se não estava passando da hora (oi, para né?!), essa menina não sai daí nunca é?... e eu, uma mãe de primeira viagem, me deixava levar com esses comentários, fiquei encucada de verdade! Hoje sou bem mais esclarecida sobre esses assuntos e, se tivesse me informado melhor, teria uma gestação bem mais leve e despreocupada.
Leia também:
Primeiro trimestre de gestação da Isabel
Segundo trimestre de gestação da Isabel
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| Olha minha cara de cansada nessa foto! Afeee |
Eu suava em bicas! E justo o terceiro trimestre coincidiu com o começo do ano que é de bastante calor aqui em São Paulo, lembro das pessoas sempre me perguntando se eu estava passando bem, se minha pressão tinha caído ou alguma coisa parecida rsrs hoje eu dou risada mas foi um período muito difícil pra mim, em que eu me senti muito mal e nestes meses eu pensava sim em não voltar a engravidar nunca mais, imagina que gente doida que tem 2, 5, 7 filhos!!! Mas calma... hoje eu já mudei de ideia e já estamos planejando o próximo pra daqui alguns anos!
Dormir era impossível. Sentia muita azia, era uma sensação de queimação que vinha do estômago até a garganta, tinha que ficar quase sentada na cama pra tentar driblar o desconforto. Ia ao banheiro direto, quando conseguia dormir alguns minutinhos a vontade vinha e lá ia eu fazer xixi de novo.
A ansiedade bateu forte! Parto, contrações, hospital, cirurgia ou parto normal, será que o bebê já virou, trocar fraldas, amamentar, dar banho, vacinas... o peso da responsabilidade veio à tona e vira e mexe eu ficava pensando nesses assuntos, que também me tiravam o sono. As pessoas me perguntavam muito a data do nascimento, se não estava passando da hora (oi, para né?!), essa menina não sai daí nunca é?... e eu, uma mãe de primeira viagem, me deixava levar com esses comentários, fiquei encucada de verdade! Hoje sou bem mais esclarecida sobre esses assuntos e, se tivesse me informado melhor, teria uma gestação bem mais leve e despreocupada.
Leia também:
Primeiro trimestre de gestação da Isabel
Segundo trimestre de gestação da Isabel
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Amamentação: O que eu faria diferente!
Eu sei que a semana mundial de aleitamento materno já passou ( 1 a 8 de agosto) mas, digamos, que eu me empolguei com o assunto. Ao contar a minha experiência de amamentação vi que se eu pudesse voltar no tempo faria algumas coisas diferentes ( coisas que com o meu próximo baby pretendo fazer), e vou relatar neste post.
Menos vergonha de amamentar em público:
Nunca achei feio ou vergonhoso ver outras mulheres dando de mamar, pelo contrário, acho lindo, sempre achei! Mas quando chegou a minha vez eu tive. Tinha muito pudor com esse negócio de tirar o seio em qualquer lugar pra amamentar, eu, muitas vezes, preferia me recolher com minha filha pra conseguir amamentar confortavelmente. Só sei que, se eu fosse mãe novamente hoje, com certeza pararia com essa vergonha e alimentaria minha filha em qualquer lugar e a qualquer hora, como deve ser.
Manteria a amamentação exclusiva até o 6º mês:
Como disse no meu relato, a Isabel mamou só no peito até os 3 meses pois aos 4 eu voltaria a trabalhar, e desmamou definitivamente aos 6 meses. Hoje eu teria insistido mais na amamentação exclusiva dela. Compraria ou alugaria uma bombinha para extração do leite (bomba tira leite) e começaria a armazenar 15 dias antes de voltar ao trabalho.
Orientaria a pessoa que fosse cuidar dela à oferecer o leite no copinho. Acredito que a mamadeira foi a grande vilã da nossa experiência, ela não tinha mais paciência pra sugar o peito, deixava de mamar rapidinho e lá ia eu preparar a dita-cuja. Começou parando com as mamadas da manhã e aos 6 meses parou as da noite também.
Mas, pra falar a verdade, o que eu quero mesmo para o próximo é não estar trabalhando e viver esse momento integralmente, da forma que eu sempre sonhei: só leite materno até os 6 meses! Nada de chás, água, leite artificial ou papinhas antes disso. Depois, iniciar a alimentação complementar com calma, sem o estresse que passei. E, pra finalizar, manter a amamentação até 1 ano, no mínimo!
Objetos para facilitar a amamentação:
-Compraria uma poltrona beeem confortável pra amamentar, se não tivesse espaço compraria uma almofada de amamentação, minhas costas e braços ficaram muito doloridos por não ter onde apoia-la.
-Conchas de amamentação eu compraria duas, uma com base flexível ( que era a que eu tinha) e uma com base rígida ( é boa pra dormir, pois não vaza embaixo quando enche muito) compraria antecipadamente pois uma coisa que acontece com toda mulher que amamenta é seios vazando. Os bicos de silicone (protetor de mamilos) eu só compraria depois de ver se vai dar muita ferida ou não, quem usou diz que pode salvar num caso de muita dor ao amamentar.
-Absorventes de pano para seios ( ou discos de tecido laváveis para seios) compraria 2 pares com certeza . Quando ganhei a Isabel sempre usei os descartáveis que foram muito úteis nos momentos que eu saia por mais tempo, mas eles são muito caros (cerca de R$ 15,00 o pacote). Já o de tecido custa de R$10,00 a R$40,00), lavô-tá-novo, são ecologicamente corretos, dá pra usar por muito tempo e ainda passar pra frente quando parar de amamentar!
-Sutiãs para amamentação: Ganhei 2 e usei muito, até o desmame. Se eu tivesse mais experiência compraria pelo menos uns 4 antes de engravidar e mais alguns se a amamentação engrenasse da forma que eu esperava . É bom ter bastante pois suja muito, vaza leite e tem que trocar todos os dias no começo. Também compraria mais modelos diferentes, como o com costas nadador ou com bojo pois me sentia meio limitada na hora de usar alguma blusa.
Menos vergonha de amamentar em público:
Nunca achei feio ou vergonhoso ver outras mulheres dando de mamar, pelo contrário, acho lindo, sempre achei! Mas quando chegou a minha vez eu tive. Tinha muito pudor com esse negócio de tirar o seio em qualquer lugar pra amamentar, eu, muitas vezes, preferia me recolher com minha filha pra conseguir amamentar confortavelmente. Só sei que, se eu fosse mãe novamente hoje, com certeza pararia com essa vergonha e alimentaria minha filha em qualquer lugar e a qualquer hora, como deve ser.
Manteria a amamentação exclusiva até o 6º mês:
Como disse no meu relato, a Isabel mamou só no peito até os 3 meses pois aos 4 eu voltaria a trabalhar, e desmamou definitivamente aos 6 meses. Hoje eu teria insistido mais na amamentação exclusiva dela. Compraria ou alugaria uma bombinha para extração do leite (bomba tira leite) e começaria a armazenar 15 dias antes de voltar ao trabalho.
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| Fotos: www.alobebe.com.br |
Mas, pra falar a verdade, o que eu quero mesmo para o próximo é não estar trabalhando e viver esse momento integralmente, da forma que eu sempre sonhei: só leite materno até os 6 meses! Nada de chás, água, leite artificial ou papinhas antes disso. Depois, iniciar a alimentação complementar com calma, sem o estresse que passei. E, pra finalizar, manter a amamentação até 1 ano, no mínimo!
Objetos para facilitar a amamentação:
-Compraria uma poltrona beeem confortável pra amamentar, se não tivesse espaço compraria uma almofada de amamentação, minhas costas e braços ficaram muito doloridos por não ter onde apoia-la.
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| Fotos: www.tricae.com.br |
-Conchas de amamentação eu compraria duas, uma com base flexível ( que era a que eu tinha) e uma com base rígida ( é boa pra dormir, pois não vaza embaixo quando enche muito) compraria antecipadamente pois uma coisa que acontece com toda mulher que amamenta é seios vazando. Os bicos de silicone (protetor de mamilos) eu só compraria depois de ver se vai dar muita ferida ou não, quem usou diz que pode salvar num caso de muita dor ao amamentar.
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| Fotos: www.alobebe.com.br |
-Absorventes de pano para seios ( ou discos de tecido laváveis para seios) compraria 2 pares com certeza . Quando ganhei a Isabel sempre usei os descartáveis que foram muito úteis nos momentos que eu saia por mais tempo, mas eles são muito caros (cerca de R$ 15,00 o pacote). Já o de tecido custa de R$10,00 a R$40,00), lavô-tá-novo, são ecologicamente corretos, dá pra usar por muito tempo e ainda passar pra frente quando parar de amamentar!
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| 1ª foto: www.mamaenatureza.net - 2ª foto: www.carinhodepano.com.br/ |
-Sutiãs para amamentação: Ganhei 2 e usei muito, até o desmame. Se eu tivesse mais experiência compraria pelo menos uns 4 antes de engravidar e mais alguns se a amamentação engrenasse da forma que eu esperava . É bom ter bastante pois suja muito, vaza leite e tem que trocar todos os dias no começo. Também compraria mais modelos diferentes, como o com costas nadador ou com bojo pois me sentia meio limitada na hora de usar alguma blusa.
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| 1ª foto: www.tricae.com.br - 2ª foto: www.americanas.com.br |
domingo, 11 de agosto de 2013
Os pais da minha vida
Na minha vida toda, sempre tive a sorte de conviver com figuras paternas maravilhosas, e hoje sou muito grata por todos eles.
Começando pelo meu pai, Valdeci, que é o homem mais generoso que já conheci, não sabe dizer não pra ninguém, tão sensível que chora ao ver noticiários. Mesmo separado da minha mãe desde que eu tinha 1 ano nunca foi um pai ausente, me ligava diariamente, participativo, visitava e me levava na casa dele sempre que podia. Ele é deficiente visual desde a adolescência mas nem por isso deixou de fazer nada nem de ir a lugar algum por causa disso, trabalhou muitos anos e se aposentou como auxiliar de enfermagem, hoje ele adora mexer nessas coisas de construção e é um baita d'um avô coruja.
Meu avô materno, Taciano (1ª foto) já faleceu, mas quem o conheceu nunca esquecerá do quanto ele prezava pela família. Fazia de tudo para ver todos bem e a família sempre reunida, apesar da distância que o separavam de alguns filhos e netos. Ás vezes ele era um pouco rígido conosco, mas talvez eu também aprontasse demais com meus primos, mas fazia parte do jeito dele de querer sempre as coisas certinhas.
Meu avô paterno, João (2ª foto), tem um humor fora de série, respostas pra tudo na ponta da língua, praticante de bulling, pasmem, com os próprios netos! Mas de um jeitinho fofo que não me traumatizou rsrs As más línguas diziam que ele guardava dinheiro embaixo do colchão, deve ser por isso que ele sempre tinha uma moedinha pra dar gente comprar doce.
E pra finalizar minhas homenagens de dia dos pais, meu sogro Manoel, e meu marido e papai recente Wagner. Meu sogro faz o tipo marido que toda mulher quer ter, diz amém pra tudo que minha sogra fala! kkk brincadeira, mas ele é um apaixonado assumido mesmo. Super protetor da neta, quando vem aqui em casa só se ouve: Cuidado! Machuca! Vai cair! Outro vovô coruja.
Meu marido tem aprendido a ser pai assim como eu a ser mãe, e leva jeito pra coisa viu! Tem uma paciência do tamanho do mundo ( invejo tanto isso nele! kkk). É o seu segundo dia dos pais mas tenho certeza que este será mais marcante pois a Bel já consegue demonstrar carinho, com beijinhos e abraços, quem sabe ano que vêm não role um " Feliz dia dos pais, papai!".
Começando pelo meu pai, Valdeci, que é o homem mais generoso que já conheci, não sabe dizer não pra ninguém, tão sensível que chora ao ver noticiários. Mesmo separado da minha mãe desde que eu tinha 1 ano nunca foi um pai ausente, me ligava diariamente, participativo, visitava e me levava na casa dele sempre que podia. Ele é deficiente visual desde a adolescência mas nem por isso deixou de fazer nada nem de ir a lugar algum por causa disso, trabalhou muitos anos e se aposentou como auxiliar de enfermagem, hoje ele adora mexer nessas coisas de construção e é um baita d'um avô coruja.
Meu avô materno, Taciano (1ª foto) já faleceu, mas quem o conheceu nunca esquecerá do quanto ele prezava pela família. Fazia de tudo para ver todos bem e a família sempre reunida, apesar da distância que o separavam de alguns filhos e netos. Ás vezes ele era um pouco rígido conosco, mas talvez eu também aprontasse demais com meus primos, mas fazia parte do jeito dele de querer sempre as coisas certinhas.
Meu avô paterno, João (2ª foto), tem um humor fora de série, respostas pra tudo na ponta da língua, praticante de bulling, pasmem, com os próprios netos! Mas de um jeitinho fofo que não me traumatizou rsrs As más línguas diziam que ele guardava dinheiro embaixo do colchão, deve ser por isso que ele sempre tinha uma moedinha pra dar gente comprar doce.
E pra finalizar minhas homenagens de dia dos pais, meu sogro Manoel, e meu marido e papai recente Wagner. Meu sogro faz o tipo marido que toda mulher quer ter, diz amém pra tudo que minha sogra fala! kkk brincadeira, mas ele é um apaixonado assumido mesmo. Super protetor da neta, quando vem aqui em casa só se ouve: Cuidado! Machuca! Vai cair! Outro vovô coruja.
Meu marido tem aprendido a ser pai assim como eu a ser mãe, e leva jeito pra coisa viu! Tem uma paciência do tamanho do mundo ( invejo tanto isso nele! kkk). É o seu segundo dia dos pais mas tenho certeza que este será mais marcante pois a Bel já consegue demonstrar carinho, com beijinhos e abraços, quem sabe ano que vêm não role um " Feliz dia dos pais, papai!".
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Minha experiência de amamentação
Pra fechar a Semana Mundial de Aleitamento Materno venho contar como foi que aconteceu a amamentação por aqui, comigo e com a Isabel.
Antes do nascimento:
A amamentação sempre foi algo extremamente natural pra mim, nunca passou pela minha cabeça não amamentar. Eu também não tinha ideia dos benefícios pra mãe e pro bebê que essa alimentação proporcionava, tampouco imaginava que algumas mulheres tinham muitas dificuldades, dores e acabavam desistindo.
Meus seios cresceram um pouco na gravidez, nunca ficaram doloridos, pesados, nem saiu nadinha de colostro antes. E eu também nunca encuquei com essas coisas de "não vou ter leite!" por causa desses fatores.
Preparação do seio?! Não preparei!
Bico invertido?! Nem sabia o que era isso!
Acessórios pra amamentar?! Não comprei!
Sim, parece que eu vivia num mundo paralelo! E por essa naturalidade estar tão embutida em mim, na minha gestação, eu nunca pesquisei sobre nada relacionado a este tema.
Após o nascimento na maternidade:
Em menos de 1 hora após a cirurgia eles me vestiram uma espécie de tomara que caia e a Isabel foi colocada dentro dele, a enfermeira me orientou a tentar amamenta-la, e é impressionante como parece que ela e eu já havíamos feito isso a vida toda. Não sei se saiu leite mas a Isabel sugou bastante, eu só sabia admirar meu milagrinho!
Já no quarto da maternidade ela intercalou momentos que pegava bem o bico e momentos que ficava muito nervosa porque não conseguia, acordava acho que de 1 em 1 ou 2 em 2 horas, ainda nesses primeiros dias meu bico do peito começou a rachar e cada vez que a Bel ia começar a sugar eu fechava o olho e me encolhia toda de dor. As enfermeiras da USP foram muito atenciosas, me ensinaram a pega correta, passar o próprio leite no peito pra rachadura, foram lições muito importantes pra mim que não sabia de nada.
Em um momento cheguei a me preocupar se meu leite seria suficiente, uma outra mãe que compartilhava o quarto comigo estava sempre com a camisola molhada de leite. Neste momento meu leite ainda não tinha descido de vez, somente o colostro estava lá para imunizar e fortalecer a Bebel.
Ela ganhou o peso necessário e depois de 3 dias fomos pra casa.
Após o nascimento, já em casa:
Fiquei na casa da minha vó até o 20° dia da Isabel, e sabe como é vó né gente?! Dá-lhe canjica, canja, sucos de todos os tipos pra dar leite... hehehe Uma fofa minha vó!
E lá, aí sim, o leite veio e veio com tudo! Comprei uma concha de amamentação e foi a salvação pra conter tanto leite (também ajudou a cicatrizar o bico machucado pois evita o contato do seio com o sutiã e, quando está cheio o próprio leite fica em contato com o bico e ajuda ainda mais pra curar os machucados).
Hoje me envergonho disso mas eu dizia que esse era o grande problema de amamentar, estar sempre com os seios molhados, vazando, cheirando a leite, e por diversas vezes pensei em desistir por essa razão. Como eu era tola! Tive muita sorte, isso sim, hoje sei dos casos de mães que sofrem com machucados, sangue e até pus no bico do seio, o meu parou de doer em menos de duas semanas e a vazação parou antes dos 2 meses da Isabel.
Quando ela completou 2 meses ela virou uma menininha bem dorminhoca, dormia a noite toda. Resultado: seios empedrados! No começo doeu muito, tive febre, acho que foi o começo de uma mastite, digo que acho pois não cheguei a ir no médico ver o que estava acontecendo. Contornei a situação colocando o relógio pra despertar 2 vezes durante a madrugada e esvaziava as mamas, passou.
Desmame:
Quando ela tinha 3 meses já comecei a introdução dos alimentos sólidos e a acostumá-la com a mamadeira de leite artificial pois quando ela completasse 4 meses eu teria que voltar a trabalhar. Aí já viu! Não demorou muito pra ela perceber que é bem mais fácil sugar o leitinho na mamadeira do que no peito e assim paramos de vez com a amamentação aos 6 meses.
Depois que os incomodos passam amamentar se torna muito prazeroso, fácil, gratificante.Foi muito boa essa experiência,mesmo que tenha sido por pouco tempo.
#SMAM2013 #SMAM #semanamundialdoaleitamentomaterno #semanamundialdaamamentação
Antes do nascimento:
A amamentação sempre foi algo extremamente natural pra mim, nunca passou pela minha cabeça não amamentar. Eu também não tinha ideia dos benefícios pra mãe e pro bebê que essa alimentação proporcionava, tampouco imaginava que algumas mulheres tinham muitas dificuldades, dores e acabavam desistindo.
Meus seios cresceram um pouco na gravidez, nunca ficaram doloridos, pesados, nem saiu nadinha de colostro antes. E eu também nunca encuquei com essas coisas de "não vou ter leite!" por causa desses fatores.
Preparação do seio?! Não preparei!
Bico invertido?! Nem sabia o que era isso!
Acessórios pra amamentar?! Não comprei!
Sim, parece que eu vivia num mundo paralelo! E por essa naturalidade estar tão embutida em mim, na minha gestação, eu nunca pesquisei sobre nada relacionado a este tema.
Após o nascimento na maternidade:
Em menos de 1 hora após a cirurgia eles me vestiram uma espécie de tomara que caia e a Isabel foi colocada dentro dele, a enfermeira me orientou a tentar amamenta-la, e é impressionante como parece que ela e eu já havíamos feito isso a vida toda. Não sei se saiu leite mas a Isabel sugou bastante, eu só sabia admirar meu milagrinho!
Já no quarto da maternidade ela intercalou momentos que pegava bem o bico e momentos que ficava muito nervosa porque não conseguia, acordava acho que de 1 em 1 ou 2 em 2 horas, ainda nesses primeiros dias meu bico do peito começou a rachar e cada vez que a Bel ia começar a sugar eu fechava o olho e me encolhia toda de dor. As enfermeiras da USP foram muito atenciosas, me ensinaram a pega correta, passar o próprio leite no peito pra rachadura, foram lições muito importantes pra mim que não sabia de nada.
Em um momento cheguei a me preocupar se meu leite seria suficiente, uma outra mãe que compartilhava o quarto comigo estava sempre com a camisola molhada de leite. Neste momento meu leite ainda não tinha descido de vez, somente o colostro estava lá para imunizar e fortalecer a Bebel.
Ela ganhou o peso necessário e depois de 3 dias fomos pra casa.
Após o nascimento, já em casa:
Fiquei na casa da minha vó até o 20° dia da Isabel, e sabe como é vó né gente?! Dá-lhe canjica, canja, sucos de todos os tipos pra dar leite... hehehe Uma fofa minha vó!
E lá, aí sim, o leite veio e veio com tudo! Comprei uma concha de amamentação e foi a salvação pra conter tanto leite (também ajudou a cicatrizar o bico machucado pois evita o contato do seio com o sutiã e, quando está cheio o próprio leite fica em contato com o bico e ajuda ainda mais pra curar os machucados).
Hoje me envergonho disso mas eu dizia que esse era o grande problema de amamentar, estar sempre com os seios molhados, vazando, cheirando a leite, e por diversas vezes pensei em desistir por essa razão. Como eu era tola! Tive muita sorte, isso sim, hoje sei dos casos de mães que sofrem com machucados, sangue e até pus no bico do seio, o meu parou de doer em menos de duas semanas e a vazação parou antes dos 2 meses da Isabel.
Quando ela completou 2 meses ela virou uma menininha bem dorminhoca, dormia a noite toda. Resultado: seios empedrados! No começo doeu muito, tive febre, acho que foi o começo de uma mastite, digo que acho pois não cheguei a ir no médico ver o que estava acontecendo. Contornei a situação colocando o relógio pra despertar 2 vezes durante a madrugada e esvaziava as mamas, passou.
Desmame:
Quando ela tinha 3 meses já comecei a introdução dos alimentos sólidos e a acostumá-la com a mamadeira de leite artificial pois quando ela completasse 4 meses eu teria que voltar a trabalhar. Aí já viu! Não demorou muito pra ela perceber que é bem mais fácil sugar o leitinho na mamadeira do que no peito e assim paramos de vez com a amamentação aos 6 meses.
Depois que os incomodos passam amamentar se torna muito prazeroso, fácil, gratificante.Foi muito boa essa experiência,mesmo que tenha sido por pouco tempo.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Como apoiar a mãe que está amamentando?
No post anterior eu falei sobre a Semana Mundial de Aleitamento Materno e sobre o seu tema que é "Apoio às mães que amamentam". Mas você sabe como dar esse apoio? Neste post quero apresentar algumas dicas de como você que tem algum familiar ou amiga que está amamentando pode incentivar esse momento especial e importante pra saúde do bebê e da mãe.
1- Ajuda "de vó":
É aquela boa e velha ajuda que a gente, geralmente, recebe das pessoas mais próximas: mãe, sogra, vó e marido. Mas essa ajuda não precisa vir necessariamente dessas pessoas que citei. Foi visitar o neném de uma colega? Se ofereça pra lavar a louça, leve alguma coisa pro lanche ou para o almoço. A visita é para uma amiga mais próxima? Então cozinhe pra ela e aproveite pra deixar alguma coisa congelada, lave a roupa suja da família, fique com o bebê pra mãe tomar um banho caprichado, passe a montanha de roupa suja que se acumulou.
Muitas vezes o bebê fica um tempão mamando e, enquanto isso, a mãe não tira as coisas que ela tem pra fazer da cabeça. É estressante, tira a tranquilidade que ela deveria ter neste momento. Temos o costume de pensar que essas pequenas coisas não ajudam, mas ajudam sim, e bastante!
2- Seja atencioso na hora de escolher os presentes:
Mamadeiras e chupetas devem ficar longe das suas opções de presentes. São acessórios muito pessoais e cabe somente aos pais decidir se o bebê vai usar ou não e escolher o modelo que mais agrada. Alguns acreditam que faz o bebê desaprender a pegar o seio (a famosa confusão de bicos) então só deve ser usada quando a amamentação já estiver bem estabelecida, quando tive a Isabel pesquisei sobre esse assunto e há controvérsias, na dúvida decidi não arriscar.
Prefira presentes que apoiem o aleitamento materno como: almofadas para amamentar, conchas de silicone, absorventes laváveis para os seios, sutiãs de amamentação, poltrona da mamãe, garrafinha de água ( amamentar dá uma seeede!), bombinha elétrica ou manual de extração de leite, potes especiais para o armazenamento do leite, bico de silicone ( só deve ser usado como último recurso, no casa de muita dor ou fissura ao amamentar), livros sobre o tema, etc.
3- Palpites?! Só se for apoiando a amamentação no peito:
Apesar das crenças populares não serem comprovadas cientificamente, eu acho muito bacana quem chega dando esses conselhos. Por exemplo pra rachaduras nos seios: passar casca de mamão, esfregar com esponja vegetal, tomar sol nos mamilos, passar o próprio leite. Ou para ter mais leite: tomar canjica, beber bastante leite... pelo menos é sinal que a pessoa torce pelo seu sucesso na amamentação!
Agora frases do tipo "O seu leite é fraco e seu filho é gordinho! Dá logo mamadeira pra essa criança!" não ajudam em NADA! Imagine só, seios doloridos pois o bebê ainda não sabe mamar direito,exaustão pelo fato do bebê chorar de hora em hora com fome, aí vem alguém e fala isso?! Nenhuma mãe quer ver seu filho com fome! É um passo pra ela desistir de vez com a amamentação.
Outra frase bem comum é "Seu seio é muito pequeno, você é muito magrinha (ou) seu mamilo é plano/invertido você nunca vai conseguir amamentar!", TUDO MITO! E além disso são frases que desestimulam a mulher que quer e sonha em amamentar seu filho.
Quer ajudar? Pesquise sobre a dificuldade que ela está passando, indique links, se não entende do assunto, aconselhe que ela procure um banco de leite mais próximo, lá eles são craques em tudo referente à amamentação. Conte sua experiência sempre sendo sincera, mas, mesmo que não tenha dado certo pra você, apoie para que dê certo para essa mãe.
#SMAM2013 #SMAM #semanamundialdoaleitamentomaterno #semanamundialdaamamentação
1- Ajuda "de vó":
É aquela boa e velha ajuda que a gente, geralmente, recebe das pessoas mais próximas: mãe, sogra, vó e marido. Mas essa ajuda não precisa vir necessariamente dessas pessoas que citei. Foi visitar o neném de uma colega? Se ofereça pra lavar a louça, leve alguma coisa pro lanche ou para o almoço. A visita é para uma amiga mais próxima? Então cozinhe pra ela e aproveite pra deixar alguma coisa congelada, lave a roupa suja da família, fique com o bebê pra mãe tomar um banho caprichado, passe a montanha de roupa suja que se acumulou.
Muitas vezes o bebê fica um tempão mamando e, enquanto isso, a mãe não tira as coisas que ela tem pra fazer da cabeça. É estressante, tira a tranquilidade que ela deveria ter neste momento. Temos o costume de pensar que essas pequenas coisas não ajudam, mas ajudam sim, e bastante!
2- Seja atencioso na hora de escolher os presentes:
Mamadeiras e chupetas devem ficar longe das suas opções de presentes. São acessórios muito pessoais e cabe somente aos pais decidir se o bebê vai usar ou não e escolher o modelo que mais agrada. Alguns acreditam que faz o bebê desaprender a pegar o seio (a famosa confusão de bicos) então só deve ser usada quando a amamentação já estiver bem estabelecida, quando tive a Isabel pesquisei sobre esse assunto e há controvérsias, na dúvida decidi não arriscar.
Prefira presentes que apoiem o aleitamento materno como: almofadas para amamentar, conchas de silicone, absorventes laváveis para os seios, sutiãs de amamentação, poltrona da mamãe, garrafinha de água ( amamentar dá uma seeede!), bombinha elétrica ou manual de extração de leite, potes especiais para o armazenamento do leite, bico de silicone ( só deve ser usado como último recurso, no casa de muita dor ou fissura ao amamentar), livros sobre o tema, etc.
3- Palpites?! Só se for apoiando a amamentação no peito:
Apesar das crenças populares não serem comprovadas cientificamente, eu acho muito bacana quem chega dando esses conselhos. Por exemplo pra rachaduras nos seios: passar casca de mamão, esfregar com esponja vegetal, tomar sol nos mamilos, passar o próprio leite. Ou para ter mais leite: tomar canjica, beber bastante leite... pelo menos é sinal que a pessoa torce pelo seu sucesso na amamentação!
Agora frases do tipo "O seu leite é fraco e seu filho é gordinho! Dá logo mamadeira pra essa criança!" não ajudam em NADA! Imagine só, seios doloridos pois o bebê ainda não sabe mamar direito,exaustão pelo fato do bebê chorar de hora em hora com fome, aí vem alguém e fala isso?! Nenhuma mãe quer ver seu filho com fome! É um passo pra ela desistir de vez com a amamentação.
Outra frase bem comum é "Seu seio é muito pequeno, você é muito magrinha (ou) seu mamilo é plano/invertido você nunca vai conseguir amamentar!", TUDO MITO! E além disso são frases que desestimulam a mulher que quer e sonha em amamentar seu filho.
Quer ajudar? Pesquise sobre a dificuldade que ela está passando, indique links, se não entende do assunto, aconselhe que ela procure um banco de leite mais próximo, lá eles são craques em tudo referente à amamentação. Conte sua experiência sempre sendo sincera, mas, mesmo que não tenha dado certo pra você, apoie para que dê certo para essa mãe.
#SMAM2013 #SMAM #semanamundialdoaleitamentomaterno #semanamundialdaamamentação
sábado, 3 de agosto de 2013
Semana Mundial de Aleitamento Materno #SMAM2013
Dia 01 de agosto começou a Semana Mundial de Aleitamento Materno ( #SMAM2013), o tema deste ano é "Apoio às mães que amamentam".
Ao ler o tema tentei refletir o quanto o apoio é necessário para ter sucesso na amamentação:
Os primeiros dias com um bebê recém nascido em casa são muito cansativos, toda a rotina da família são reconfigurados para atender as necessidades dele, que é mais frágil e precisa de toda atenção do mundo! No meio dessa mudança está a mãe que, não podemos negar, é a pessoa que mais se doa e é solicitada por ele. A mulher fica cansada, com sono, mal consegue se alimentar e tomar banho direito, sente o bico do peito dolorido por conta da amamentação, eles vazam direto, e o bebê, aaa o bebê!!! Chora de hora em hora querendo mamar!!!Socorro!!!! ( quantas vezes sentei com a Isabel no colo e chorei em um momento desses).
Nesta hora é importante o apoio positivo das pessoas que convivem com a mulher que está amamentando, não só ajudando com o bebê (olhando pra mãe comer ou tomar banho) ou com as coisas da casa (lavando roupa, cozinhando, limpando), mas incentivar como um todo para que as primeiras semanas de amamentação ocorram bem.
Passadas essas primeiras semanas o bico do seio volta ao normal e as rachaduras saram, o leite sai na quantidade certa pois já está adaptado à demanda do bebê, o recém nascido já está espertinho e consegue mamar mais por menos tempo, ele fica saciado rapidamente e não fica pendurado na mãe por horas e horas... aí minha amiga!!! A amamentação se torna o momento mais prazeroso entre você e seu filho (a), um tempinho de intimidade, vínculo, afetividade...
Por isso vale à pena persistir, e quem têm uma amiga, parente, vizinha que está amamentando, apoie e incentive!
#SMAM2013 #SMAM #semanamundialdoaleitamentomaterno #semanamundialdaamamentação
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
O terceiro trimestre e gestação
A reta final da gravidez: no 7° mês seu bebê já pode ter ultrapassado 1 kg, no 8° ele pode ter entre 1 kg e meio a 2 kg e no 9° mês ele provavelmente estará com quase 3 kg. No nascimento pode chegar até 4 kg (dependendo muito da genética do casal).
Contagem dos meses na gestação: Tecnicamente, se formos contar de 4 em 4 meses, o nono mês dá com 36 semanas de gestação. Mas o nascimento acontece até a 40ª semana (em alguns casos se estende até a 42ª). Isso acontece pois os médicos costumam calcular o tempo de gestação de acordo com a data da última menstruação (e não da fecundação ), ou seja, quando você ainda não está gravida. A fecundação acontece no período de ovulação entre a segunda até a terceira semana após a menstruação, e ainda tem os casos das mulheres que não lembram a data da última menstruação e chutam qualquer data pro médico ( Tipo eu! hehehe). Por isso dá esta "errinho" na contagem das semanas.
Esse calculo também pode ser feito por ultrassom medindo o tamanho do saco gestacional ou do embrião, quanto antes for feito mais preciso será o resultado.
É o momento de maior mudança corporal tanto pra mãe quanto pro bebê, os dois ganham bastante peso nessa fase. Essa mudança traz consigo alguns sintomas indesejáveis como inchaço nas pernas e pés, cãimbras, dor nas costas, varizes. A pressão da barriga sobre o estômago, diafragma e bexiga causam, respectivamente, azia, falta de ar e sensação de estar sempre com vontade de fazer xixi. Todos os sintomas citados acima trazem uma boa dose de insônia no terceiro trimestre, há quem diga que já é uma preparação para as noites sem dormir que virão após o nascimento e isso faz todo sentido! :)
O cansaço é extremo! Se for possível, tente dar uma diminuída no ritmo de trabalho (carregar peso nem pensar) e peça ajuda nos afazeres domésticos. Mãe, amiga, vó, vizinha...não tenha vergonha de pedir ajuda!
A ansiedade é grande e motivos não faltam para fazer do terceiro trimestre os meses mais difíceis de toda gestação. Muitos pensamentos e emoções passam pela nossa cabeça: Como será a hora do parto? Como são as contrações? Será que o pós parto vai ser complicado pra mim? Vou me adaptar à rotina com um recém nascido? Como darei conta da casa (e dos outros filhos)? O bebê está quase chegando e muita coisa ainda não está pronta! Será que meu neném vai mamar bem?...Todos esses questionamentos e a ansiedade são perfeitamente normais e passam pela cabeça de toda mamãe ( principalmente das de primeira viagem).
Se informe o máximo que puder, procure sites e livros especializados sobre os assuntos que mais lhe atormentam isso ajuda a driblar a ansiedade. Conversar com pessoas de confiança também ajuda muito( mas lembre-se que cada um vai tentar te ajudar a partir de suas experiências pessoais, então filtre bem o que será útil ou não pra sua realidade). Falta algum preparativo? Mala de maternidade? Lembrancinhas? Cortina do quartinho? Então faça já o que é prioridade pra você! (ou delegue alguém pra fazer hehehe) ver as coisas prontas também ajuda a acalmar e se não der pra fazer, não deu ué!!! Seu bebê não precisa de enfeite de porta bonitinho pra ser mais feliz.
Muita calma nessa hora! Curta os últimos momentos com o barrigão, acaricie e converse bastante com seu bebê! Falta pouco pra ter seu tão esperado e desejado filho(a) nos seus braços!
Se informe o máximo que puder, procure sites e livros especializados sobre os assuntos que mais lhe atormentam isso ajuda a driblar a ansiedade. Conversar com pessoas de confiança também ajuda muito( mas lembre-se que cada um vai tentar te ajudar a partir de suas experiências pessoais, então filtre bem o que será útil ou não pra sua realidade). Falta algum preparativo? Mala de maternidade? Lembrancinhas? Cortina do quartinho? Então faça já o que é prioridade pra você! (ou delegue alguém pra fazer hehehe) ver as coisas prontas também ajuda a acalmar e se não der pra fazer, não deu ué!!! Seu bebê não precisa de enfeite de porta bonitinho pra ser mais feliz.
Muita calma nessa hora! Curta os últimos momentos com o barrigão, acaricie e converse bastante com seu bebê! Falta pouco pra ter seu tão esperado e desejado filho(a) nos seus braços!
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Segundo trimestre de gestação da Isabel
Como eu disse no post anterior o segundo trimestre, pra maioria das mulheres, é o ponto alto da gestação. Pra mim não foi diferente. Eu estava muito feliz pelos enjoos terem sumido da minha vida, era o sintoma do primeiro trimestre que mais me incomodava, e a barriguinha...ahhh a barriguinha de grávida! Estava lá dando as caras, dependendo da roupa que usava dava até pra chorar por um lugarzinho no ônibus cheio. Eu me sentia bem! Nada de inchaço, nada de cansaço em excesso, eu ia trabalhar com disposição ( estava tão disposta que fiz trabalho voluntário na parte da manhã, do 4° ao 7° mês de gestação) e conseguia dormir bem, apesar das constantes idas ao banheiro.
Nesse período o incomodo maior foi a minha variação de humor. Eu estava com os nervos à flor da pele, tudo era motivo pra brigar aqui em casa, "terminei" com o Wagner umas 3 vezes ( mas voltamos no mesmo dia! rs), era um chororô por qualquer coisinha. Cheguei a comentar uma vez no facebook que meu sentimento era de uma TPM in-ter-mi-ná-vel!!!
Fiz meus dois chás de bebê no 6° mês de gestação ( um dia 11 e outro dia 17 de dezembro de 2011), se engravidasse não faria isso novamente, muuuuuito cansativo! (é um assunto que merece outro post). Os móveis do quarto também foram montados em dezembro, foi bom que já deu pra ir lavando as roupinhas e guardando em seus devidos lugares.
No dia 04/10/11 ( 4° mês de gestação) eu estava com 56,3 kg.
No dia 16/11/11 ( 5° mês), com 58,8 kg.
E no dia 14/12/11 (6° mês), com 60,5 kg.
Neste momento meu peso não era uma coisa que me incomodava muito. Já me impedia de usar a maior parte das minhas calças jeans, as que serviam ficavam com o zíper aberto. Mas não era uma coisa que abalava minha autoestima. Ainda não... ( aguardem os próximos episódios!rs)
Nesse período o incomodo maior foi a minha variação de humor. Eu estava com os nervos à flor da pele, tudo era motivo pra brigar aqui em casa, "terminei" com o Wagner umas 3 vezes ( mas voltamos no mesmo dia! rs), era um chororô por qualquer coisinha. Cheguei a comentar uma vez no facebook que meu sentimento era de uma TPM in-ter-mi-ná-vel!!!
Fiz meus dois chás de bebê no 6° mês de gestação ( um dia 11 e outro dia 17 de dezembro de 2011), se engravidasse não faria isso novamente, muuuuuito cansativo! (é um assunto que merece outro post). Os móveis do quarto também foram montados em dezembro, foi bom que já deu pra ir lavando as roupinhas e guardando em seus devidos lugares.
No dia 04/10/11 ( 4° mês de gestação) eu estava com 56,3 kg.
No dia 16/11/11 ( 5° mês), com 58,8 kg.
E no dia 14/12/11 (6° mês), com 60,5 kg.
Neste momento meu peso não era uma coisa que me incomodava muito. Já me impedia de usar a maior parte das minhas calças jeans, as que serviam ficavam com o zíper aberto. Mas não era uma coisa que abalava minha autoestima. Ainda não... ( aguardem os próximos episódios!rs)
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